Dr. Fernando LeoneUrologia · Andrologia
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Pedra nos rins

Descubra o tratamento certo para eliminar a pedra de vez

Cólica renal não avisa — e pedra parada pode obstruir o rim, causar infecção e comprometer a função renal se não for tratada a tempo. Do acompanhamento clínico ao procedimento cirúrgico menos invasivo possível, eu defino com você o caminho certo, com base no tamanho e na posição da sua pedra.

Diagnóstico por imagem Presencial ou teleconsulta
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Anos de experiência em urologia
O problema
"A cólica renal é uma das dores mais intensas que existem — mas o risco real não é só a dor. Pedra parada pode obstruir o rim, causar infecção e comprometer a função renal."

Nem toda pedra nos rins precisa de cirurgia. O tamanho, a posição e os sintomas definem o tratamento certo — do acompanhamento clínico ao procedimento cirúrgico menos invasivo possível para o seu caso.

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A avaliação

O que define o tratamento certo?

Não existe um caminho único para todo mundo. Tamanho, posição e sintomas da pedra — vistos em exame de imagem — apontam a conduta menos invasiva que resolve o seu caso.

Diagnóstico preciso

Tomografia ou ultrassom confirmam tamanho, posição e a melhor abordagem para o seu caso.

Tratamento sob medida

Da conduta clínica à cirurgia — sempre a opção menos invasiva possível para resolver.

Prevenção de recorrência

Investigar a causa da pedra reduz o risco real de ela voltar a se formar.

Função renal preservada

Tratar a tempo protege o rim de dano permanente por obstrução prolongada.

Os tratamentos

Do acompanhamento clínico à cirurgia

Cada técnica é indicada para um perfil de pedra diferente. A escolha é feita junto com você, na consulta, com base no exame de imagem.

Tratamento clínico

Pedras pequenas muitas vezes eliminam sozinhas. Acompanhamento com exames seriados, medicação para facilitar a passagem e orientação de hidratação e dieta.

LECO

Litotripsia extracorpórea por ondas de choque — fragmenta a pedra de fora do corpo, sem corte, sem endoscopia.

Ureterolitotripsia a laser

Endoscopia pela via natural — sem incisão externa. O laser fragmenta a pedra por dentro, geralmente com cateter duplo J temporário.

Nefrolitotripsia percutânea

Indicada para pedras grandes ou múltiplas — acesso direto ao rim por uma pequena incisão nas costas.

Quando buscar avaliação

  • Dor recorrente de cólica renal
  • Pedra diagnosticada por imagem que não elimina sozinha
  • Obstrução do rim, infecção urinária recorrente ou sangue na urina associados à pedra
  • Pedra grande ou em posição que dificulta eliminação espontânea

O que não substitui avaliação

  • Sintoma isolado, sem exame de imagem confirmando a pedra
  • Automedicação para "dissolver" a pedra sem diagnóstico
  • Ignorar dor recorrente por já ter "passado antes"
Comparativo

Qual procedimento é o meu?

Referência geral — a indicação real depende do exame de imagem e é definida na consulta.

CaracterísticaLECOUreterolitotripsia a laserNefrolitotripsia percutânea
Indicação típicaPedras pequenas a médias, em posição favorávelPedras no ureter ou dentro do rim, tamanho variávelPedras grandes ou múltiplas
IncisãoNenhumaNenhuma (via natural)Pequena, nas costas
AnestesiaSedaçãoGeral ou raquianestesiaGeral
InternaçãoAmbulatorial ou curtaCurta, geralmente 1 diaAlguns dias
Benefícios

O que muda depois do tratamento

  1. 01Fim da dor recorrente de cólica renal
  2. 02Redução do risco de infecção urinária de repetição
  3. 03Preservação da função do rim afetado
  4. 04Procedimento menos invasivo possível, sempre que a indicação permitir
  5. 05Investigação da causa, para reduzir o risco de uma nova pedra
  6. 06Acompanhamento próximo em todas as etapas — diagnóstico, tratamento e prevenção
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O caminho até o tratamento

Como funciona, passo a passo

Nenhuma etapa é pulada — cada uma existe para garantir que o tratamento indicado é o certo para o seu caso.

01

Diagnóstico

Consulta, histórico e exame de imagem — tomografia ou ultrassom — para confirmar tamanho, posição e o melhor caminho de tratamento.

02

Definição do tratamento

Da conduta clínica à cirurgia, a opção é escolhida com você, sempre priorizando o procedimento menos invasivo possível.

03

Procedimento

Realizado em ambiente adequado à técnica indicada, com toda a preparação necessária.

04

Acompanhamento e prevenção

Retorno para confirmar a eliminação completa da pedra e investigar a causa, reduzindo o risco de recorrência.

O que esperar

Antes, durante e depois — ureterolitotripsia a laser

Hoje o cálculo obstrui ou irrita o trajeto urinário. Depois do tratamento, a via urinária fica livre, sem fragmento causando risco de nova crise. (Referência para a técnica endoscópica a laser — cada uma das 4 técnicas tem detalhes próprios, explicados na consulta.)

Antes do procedimento

  • Exame de imagem (tomografia) confirmando tamanho e posição da pedra
  • Urocultura pra descartar infecção ativa
  • Jejum de 8 horas — às vezes uso prévio de stent duplo J

Como é feito

  • Anestesia raquidiana ou geral
  • 45 a 90 minutos, conforme o caso
  • Acesso via uretra e bexiga até o ureter e o rim, sem corte externo
  • Fragmentação a laser em tempo real, sob visão direta

Depois do procedimento

  • Pode ser necessário duplo J temporário, retirado em 1 a 2 semanas
  • Leve desconforto urinário nos primeiros dias
  • Retorno às atividades em poucos dias
FL

Dr. Fernando Leone

Urologia · Andrologia

Médico urologista formado pela Faculdade de Medicina de Barbacena (2006), com residências em Cirurgia Geral (Hospital Getúlio Vargas), Cirurgia do Trauma (Hospital Odilon Behrens) e Urologia (Hospital São José). 12 anos de experiência em urologia, incluindo diagnóstico e tratamento de cálculo renal. Membro da American Urological Association (AUA), Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e European Association of Urology (EAU).

CRM ATIVO RQE-33536 SBU · AUA · EAU
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Dúvidas

Perguntas frequentes

Toda pedra nos rins precisa de cirurgia?+

Não. Pedras pequenas muitas vezes eliminam sozinhas com acompanhamento e medicação. O tamanho, a posição e os sintomas definem se a cirurgia é necessária.

Qual a diferença entre LECO, ureterolitotripsia a laser e NLPC?+

Cada uma é indicada conforme o tamanho e a posição da pedra — da menos até a mais invasiva. A escolha é feita na consulta, com base no exame de imagem.

O tratamento de pedra nos rins deixa cicatriz?+

Na LECO e na ureterolitotripsia a laser, não há corte externo. Só a nefrolitotripsia percutânea, indicada para pedras maiores, envolve uma pequena incisão.

Depois do tratamento, a pedra pode voltar?+

Pode, se a causa não for identificada e tratada. Por isso a investigação pós-tratamento é parte do acompanhamento.

Preciso usar cateter duplo J depois do procedimento?+

Depende da técnica e do caso. Em alguns procedimentos ele é usado temporariamente, para proteger o rim enquanto cicatriza, e é retirado depois.

Quanto tempo leva a recuperação?+

Varia conforme a técnica: procedimentos endoscópicos costumam ter retorno mais rápido às atividades; a nefrolitotripsia percutânea pede um período de recuperação um pouco mais longo.

Dói?+

Desconforto leve, bem controlado com analgésico comum, nas técnicas endoscópicas.

A dor da pedra nos rins não precisa voltar.

Agende uma avaliação e descubra o tratamento certo para o seu caso — do acompanhamento clínico ao procedimento menos invasivo possível.